Mas, afinal: tenho um parente que tem Alzheimer, eu terei também?

Dando continuidade a nossa série sobre Alzheimer, a resposta é: não necessariamente. Precisamos sair da caixinha da genética e pensar além, pois há um fator de peso que pode ou não influenciar na aparição do Alzheimer: a epigenética. 

É o que mostrou uma pesquisa conduzida na faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, por Rafaella Nativio, Shelley Berger e Nancy Bonini. 

Os estudiosos utilizaram tecido de cérebro post-mortem para comparar neurônios mais novos e mais velhos, entre saudáveis e acometidos por Alzheimer. 

E o que a pesquisa revelou?

Evidências apontam que os reguladores epigenéticos alteram a expressão genética sem causar mutação no DNA, ao atuarem como marcadores das proteínas histonas, que são responsáveis pelo processo de compactação e descompactação do DNA.

Com isso, as mudanças epigenéticas alteram a expressão genética sem mutação do DNA, mas marcando as proteínas que empacotam e protegem o DNA.

Não entendeu? A gente explica: esses resultados novos sugerem que a doença de Alzheimer sofre com muitas mudanças que vão além de marcadores nos seus genes ou não. Trocando em miúdos: seus hábitos podem te influenciar, sim, numa possível aparição do Alzheimer no futuro.

O estilo de vida que você leva hoje é determinante para quem você será daqui a alguns anos. Praticar exercícios físicos, manter uma boa alimentação, utilizar os suplementos certos e zelar pela qualidade do sono são alguns itens que fazem toda a diferença na proteção à sua memória.

Você poderá aprender mais sobre esses aspectos na Maratona do Emagrecimento, que vai rolar a partir de 03/01 online e GRATUITAMENTE no link: https://lp.vita-science.com/4wmu

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